Auf
dem Hügel sitz ich spähend 
Auf dem
Hügel sitz ich spähend
In das blaue Nebelland,
Nache den fernen Triften sehnend,
Wo ich dich, Geliebte, fand.
Weit
bin ich von dir geschieden,
Trennend liegen Berg und Tal
Zwischen uns und unserm Frieden,
Unserm Glück und unsrer Qual.
Ach,
den Blick kannst du nicht sehen,
Der zu dir so glühend eilt,
Und die Seufzer, sie verwehen
In dem Raume, der uns teilt.
Will
denn nichts mehr zu dir dringen,
Nichts der Liebe Bote sein?
Singen will ich, Lieder singen,
Die dir klagen meine Pein!
Denn
vor Liebesklang entweichet
Jeder Raum und jede Zeit,
Und ein liebend Herz erreichet,
Was ein liebend Herz geweiht!
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Na
colina sento-me observando
Na colina
sento-me observando
O país azul das neblinas,
Olhando com nostalgia para as distantes várzeas,
Onde eu te encontrei, minha amada.
Eu estou
muito longe de ti,
Separam-nos montes e vales
Que se erguem entre nós e a nossa paz,
A nossa felicidade e o nosso tormento.
Ah, o
meu olhar tu não podes ver,
Que com tanto ardor para ti se apressa,
E os suspiros que desaparecem
No espaço que nos separa.
Se nada
mais te pode alcançar,
Se nada pode comunicar a mensagem do amor.
Eu quero cantar, cantar canções
Que te falarão da minha dor!
E se
um queixume de amor
Apaga o espaço e o tempo,
Por que é que um coração amante não
encontra
O que um coração amante lhe dedica?
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